Considerando que é tão fácil ter uma vida paralela, mesmo que virtual, no Second Life, onde avatares são lindos e jovens para sempre, deve ser fácil criar personagens que andam, falam, compram, casam, tem sexo, filhos, cães, trabalho, tudo virtual.
Deve ser fácil dizer eu te amo, eu te odeio, eu vou embora...
Eu fico me perguntando como fazer para manter o personagem, além de criá-lo. Como se inventa uma vida sem a termos vivido? Jogando? É válido e é moral jogar com a vida, mesmo num jogo?
Ah meu Deus, eu teria gostado de ter uma segunda vida... real. Uma segunda chance, onde eu faria algumas coisas um pouco diferentes desta vez. Kundera diz que não há rascunho na vida. Deveria haver... mesmo que ficassem as marcas do que apagamos.
Eu me daria mais chances... eu seria um avatar real.
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